Mercado NBA: Conseguirão os Bucks convencer Giannis com essas contratações?
Serão suficientes esses ajustes para reter o grego, ou o descontentamento abrirá a porta para cenários imprevisíveis?

O mercado NBA começa a se agitar e os Milwaukee Bucks enfrentam uma encruzilhada crítica: com um saldo decepcionante de 11 vitórias e 16 derrotas que os deixa à beira do Play-In, a diretoria acelera movimentos para reforçar o elenco e dissipar dúvidas sobre o futuro de Giannis Antetokounmpo. Nomes de peso circulam em rumores que prometem mudanças drásticas. Serão suficientes esses ajustes para reter o grego, ou o descontentamento abrirá a porta para cenários imprevisíveis?

A pressão sobre Giannis e a estratégia de Milwaukee

Os Milwaukee Bucks navegam uma temporada complicada, marcada por um início irregular que gerou questionamentos sobre a competitividade da equipe. Giannis Antetokounmpo, com seu contrato de mais de 54 milhões nesta campanha e uma opção de jogador por 62,8 milhões para 2027-28, se mantém como o pilar indiscutível, mas seu entorno expressou inquietações diante da falta de progressos.

A franquia, consciente disso, mudou sua postura: após insistir que o duas vezes MVP não está disponível, de fato, agora tem a disposição de ser compradores agressivos no mercado NBA.

Relatórios de executivos rivais destacam que Milwaukee transmite a intenção de ir atrás de presas maiores, explorando incorporações que elevem o nível imediato ao redor de Giannis.

Esta abordagem busca não apenas melhorar o rendimento atual, mas demonstrar compromisso a longo prazo com um núcleo capaz de aspirar ao anel. Em um Leste competitivo, onde equipes como o Heat emergem como possíveis destinos hipotéticos com pacotes atrativos, os Bucks priorizam reter sua estrela mediante reforços que complementem seu domínio no garrafão e sua versatilidade ofensiva.

O desafio reside no salário alto de potenciais objetivos e as limitações do teto salarial. Sem cláusula de não troca para Giannis, a pressão recai em atuações concretas antes do fechamento de trocas em fevereiro. A diretoria avalia opções que injetem arremesso exterior, defesa perimetral e criação secundária, elementos que faltaram em duelos chave nesta campanha.

Os candidatos que soam para reforçar os Bucks

No mercado NBA, dois nomes se destacam nas conversas com Milwaukee: Zach LaVine, o armador dos Sacramento Kings, e Jerami Grant, o ala dos Portland Trail Blazers. LaVine, de 30 anos, tem média de 20,2 pontos e 3 rebotes, com 38,5% nas bolas de três, incluindo explosões recentes como os 42 pontos contra Miami. Seu salário de 47,4 milhões nesta temporada e opção por 48,9 milhões complica operações, exigindo ativos adicionais dos Bucks, mas sua capacidade pontuadora poderia espaçar a quadra para Giannis.

Grant, com contrato restante por mais de 70 milhões em duas campanhas após esta, oferece versatilidade defensiva e arremesso perimetral, se recuperando de uma temporada anterior irregular. Anteriormente, Milwaukee sondou Andrew Wiggins, Marcus Smart e Dejounte Murray, perfis que combinam experiência e habilidades complementares. Os Kings, em modo avaliação com seu gerente novato, abrem a porta para movimentos com veteranos como LaVine, enquanto Portland avalia sua direção.

Esses objetivos refletem uma filosofia: agregar veteranos de alto impacto sem hipotecar o futuro por completo. Se concretizarem uma dessas contratações, poderiam estabilizar sua posição no Leste e aliviar tensões internas.

No entanto, o mercado NBA é imprevisível: salários elevados e demandas de contrapartida poderiam frear avanços. Para Giannis, cuja competitividade o impulsiona a buscar sucessos imediatos, esses esforços representam um teste. Milwaukee aposta em demonstrar que pode cercá-lo de peças vencedoras, evitando um desfecho dramático.

Em fevereiro, o mercado NBA ditará se conseguem convencê-lo ou se o grego força uma mudança de rumo, enquanto a incerteza persiste pelos numerosos rumores que cercam a estrela dos Bucks.